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Olá ,
As empresas que procuram crescer através da internacionalização sabem que as melhores oportunidades surgem antes de os grandes ciclos de investimento atingirem a sua maturidade. Quando coincidem financiamento internacional, grandes projetos estruturantes e uma forte necessidade de modernização, vale a pena olhar para esse mercado com atenção. É exatamente isso que está a acontecer em Moçambique.
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O país atravessa atualmente aquele que poderá ser o maior ciclo de investimento desde a descoberta do gás na Bacia do Rovuma, impulsionado pelo financiamento multilateral, pela retoma dos megaprojetos de Gás Natural Liquefeito (GNL) e por um vasto programa de desenvolvimento de infraestruturas, energia, logística, transformação digital, agricultura e indústria.
Três fatores explicam porque este é um dos mercados mais interessantes da África Austral neste momento:
🔹Investimento internacional sem precedentes
O Banco Mundial aprovou um programa de 6 mil milhões de dólares, complementado pelos financiamentos do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e pela iniciativa europeia Global Gateway. Este investimento está a acelerar projetos em múltiplos setores da economia, criando novas oportunidades para empresas portuguesas com experiência em engenharia, tecnologia, indústria e serviços especializados.
🔹Grandes projetos estruturantes em desenvolvimento
A retoma dos megaprojetos de GNL, o desenvolvimento dos corredores logísticos de Maputo, Beira e Nacala e os investimentos em energia, infraestruturas, água, digitalização, agricultura e desenvolvimento urbano estão a gerar um dos maiores pipelines de investimento da África Subsaariana.
🔹Oportunidades em diferentes setores de atividade
Da construção às tecnologias de informação, da logística à agroindústria, da energia à indústria alimentar, Moçambique está a abrir novas oportunidades para empresas que pretendem expandir a sua presença internacional e estabelecer parcerias num mercado em forte crescimento.
Muitos destes investimentos encontram-se atualmente em fase de procurement, lançamento de concursos e seleção de fornecedores. É nesta fase que se estabelecem relações, se identificam parceiros e se conquistam oportunidades de negócio.
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É neste contexto que a FACIM 2026 – 61.ª Feira Internacional de Maputo, de 31 de agosto a 6 de setembro, assume particular relevância, reunindo entidades públicas, investidores, promotores de projetos e empresas nacionais e internacionais.
A presença na FACIM 2026 poderá representar muito mais do que a participação numa feira internacional. Poderá ser o primeiro passo para posicionar a sua empresa num dos mercados da agroindústria com maior potencial de crescimento em África, estabelecendo relações estratégicas antes da próxima fase de adjudicação dos grandes projetos.
Perante este novo ciclo de investimento, identificar as oportunidades certas e estabelecer os contactos adequados será um fator decisivo para as empresas que pretendem entrar ou reforçar a sua presença no mercado moçambicano.
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Para apoiar as empresas portuguesas neste processo, a Efacont organiza uma missão empresarial chave-na-mão à FACIM 2026, incluindo o agendamento prévio de reuniões B2B e B2G, identificação de potenciais parceiros, acompanhamento no terreno, coordenação logística e apoio à candidatura ao COMPETE 2030, permitindo obter até 50% de cofinanciamento a fundo perdido para o processo de internacionalização.
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